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Está no ar o artigo “50 anos do PPGCI Ibict: análise textual da produção científica com IRaMuTeQ”. Lançado pela revista Informação & Informação (v. 25, n. 4, out./dez. 2020), da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o artigo é de autoria de Rosali Fernandez de Souza, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict (PPGCI/Ibict/UFRJ); e Priscila Ramos Carvalho e Marcos Gonçalves Ramos, ambos doutorandos do PPGCI/Ibict/UFRJ.

O artigo foi escrito com o objetivo de identificar quais foram os temas trabalhados nas pesquisas acadêmicas realizadas no PPGCI durante os seus 50 anos de existência. A pesquisa empírica realizada para o artigo foi conduzida a partir da coleta de dados de dissertações e teses, em repositórios institucionais (CAPES, BDTD, RIDI, Pantheon e RIUFF). Posteriormente, foi realizada uma análise textual por meio do programa IRaMuTeQ, bem como uma discussão com base na revisão bibliográfica e documental.

Como resultados do artigo, os autores apontam que o material analisado apresentou as seguintes principais abordagens temáticas: usos e efeitos da informação; metrias da informação; estudos sobre instituições sediadas no Rio de Janeiro; e perspectivas teóricas e conceituais na Ciência da Informação.

O artigo pode ser lido integralmente na página da revista Informação & Informação, clicando aqui.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Está disponível para download gratuito o livro “O protagonismo da mulher na Biblioteconomia e Ciência da Informação: celebrando a contribuição intelectual e profissional de mulheres latino-americanas”. A publicação conta com a organização de Franciéle Garcês e Nathália Romeiro, mestres pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

A publicação integra uma série de livros sobre o protagonismo da mulher na Biblioteconomia e Ciência da Informação. Os dois primeiros livros da série – O Protagonismo da Mulher na Biblioteconomia e Ciência da Informação (2018) e O protagonismo da Mulher na​ Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Ciência da Informação (2019) – também estão disponíveis para download gratuito no site do Selo Nyota, clicando aqui.

No terceiro livro da série são debatidas questões envolvendo a trajetória de mulheres na Biblioteconomia e na Ciência da Informação e o papel da historicidade do pensamento de mulheres, especialmente as mais periféricas e subalternizadas, em relação à formação do campo da Ciência da Informação no mundo e no Brasil. A publicação também destaca a atuação de mulheres de destaque na área, como Isabel Espinal e Rosali Fernandez de Souza.

O livro conta com o prefácio de Leyde Klébia Rodrigues da Silva, professora assistente do Departamento de Documentação e Informação do Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia (DDI/ICI/UFBA), e doutora em Ciência da Informação pelo PPGCI/Ibict/UFRJ.

Conheça mais sobre a estrutura do livro na live de lançamento, realizada em dezembro de 2020, disponível em versão integral no Youtube clicando aqui.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

 

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O público já pode ter acesso integral ao webinar Ciência Aberta e a Descolonização do Conhecimento, realizado em língua portuguesa em dezembro de 2020. O evento integrou uma série de webinars internacionais sobre Ciência Aberta e a Descolonização do Conhecimento conduzidos em outras regiões do mundo, que também estão disponíveis para acesso público em outros idiomas.

A versão em língua portuguesa do webinar Ciência Aberta e a Descolonização do Conhecimento foi moderada pela pesquisadora e professora Sarita Albagli, do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

Também participaram do evento em língua portuguesa a pesquisadora Luana Rocha, do Ibict, e os professores Jutta Gutberlet, da University of Victoria (Canadá), Ladislau Dowbor, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e Julio Cesar Tavares, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

A série de webinars foi baseada em um resumo preparado por Florence Piron (Universidade Laval), Leslie Chan (Universidade de Toronto), Lorna Williams (Universidade de Victoria, Lil'wat First Nation), Rajesh Tandon (PRIA Índia) e Budd Hall (Universidade de Victoria). O título do resumo é "Ciência Aberta além do Acesso Aberto: para e com comunidades, um passo em direção à descolonização do conhecimento", disponível aqui.

A Comissão Canadense para a UNESCO e a Cátedra UNESCO em Pesquisa Baseada na Comunidade e Responsabilidade Social no Ensino Superior colaboraram na série de webinars internacionais em apoio às consultas da UNESCO sobre a criação de uma Recomendação sobre Ciência Aberta, um documento normativo internacional a ser adotado pela Conferência Geral da UNESCO em novembro de 2021.

Os demais webinars sobre esse mesmo tema realizados em outras regiões do mundo e em outras idiomas também podem ser encontrados na página da Comissão Canadense para a UNESCO no Youtube, clicando aqui. Para acessar a versão em língua portuguesa clique aqui.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações da Comissão Canadense para a UNESCO

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Está no ar o artigo “Cotas raciais nas universidades públicas federais: identidade, autorreferência e reconhecimento”. Publicado na Revista Debates em Educação, da Universidade Federal de Alagoas (vol. 12, número especial 2, 2020), o artigo foi escrito por Clóvis Ricardo Montenegro de Lima, pesquisador titular do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Maribel da Rosa Andrade, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e Valeria Cristina Lopes Wilke, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

No artigo, Clóvis Montenegro de Lima, Maribel Andrade e Valeria Wilke discutem a respeito das cotas raciais nos processos de seleção e ingresso nas universidades públicas federais. Como mencionado no artigo, as cotas raciais têm bons resultados, mas ainda seguem sendo tema de controvérsias no país. Entre as questões colocadas no artigo, a partir de reflexões de Jürgen Habermas e Axel Honneth, estão: política de cotas raciais nas universidades, desigualdades existentes no Brasil, preconceito e discriminação, idealização identitária, autorreferência da identidade racial e fraudes envolvendo as cotas.

O artigo pode ser acessado integralmente no site da Revista Debates em Educação. Clique aqui para ler (em português).


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Tendo como proposta contribuir para o desenvolvimento de abordagens e métodos participativos que integrem a cartografia social com ciência cidadã para o mapeamento e a gestão de riscos, o pesquisador Allan Yu Iwama tem dedicado os últimos dez anos para questões relacionadas às situações de vulnerabilidade e adaptação às mudanças climáticas em comunidades costeiras.

As ações conduzidas por Allan Yu em um doutorado e dois pós-doutorados resultaram no projeto CoAdapta Litoral - Ciência Cidadã, Adaptação e Mudanças Climáticas. A pesquisa conduzida por Allan Yu busca avançar na produção de conhecimento científico a partir da ciência cidadã integrada ao mapeamento técnico-científico de riscos, incluindo a comunidade afetada como protagonista e não como mero espectador de eventos climáticos que podem causar desastres.

Para isso, uma abordagem quantitativa e qualitativa é proposta na análise de vulnerabilidade e adaptação às mudanças climáticas, com foco na comunidade que vive em áreas de risco. Além de comunidades costeiras do sul do Chile, o projeto CoAdapta Litoral atua no litoral norte de São Paulo e o litoral sul do Rio de Janeiro. “A característica comum é que são comunidades costeiras que vivenciam variados tipos de desastres, como inundações, deslizamentos de terra, ressaca do mar, terremotos e tsunamis, entre outros”, explica Allan Yu.

A história do CoAdapta Litoral: A iniciativa teve início em 2010 durante o projeto de pesquisa de doutorado realizado por Allan Yu na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (NEPAM). A ideia partiu de um projeto temático financiado pela Fapesp, o projeto Clima-Gente, com a participação de diversos centros de pesquisa e parcerias.

Entre 2017-2018, Allan Yu enviou uma proposta de pesquisa de pós-doutorado para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) para trabalhar na cogestão do território para mapeamento de risco de desastres, por meio do Programa de Pós-Graduação em Informação Ciência (PPGCI), desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O trabalho foi supervisionado pela professora e pesquisadora Sarita Albagli, membro do corpo docente do PPGCI/Ibict/UFRJ. Então, o projeto começou com o nome CoAdapta Litoral. O mais importante, como pontua Allan Yu, é a participação das comunidades locais no projeto.

“A importância de envolver os cidadãos no projeto é porque, embora as respostas e tomadas de decisão associadas com o tema gestão de risco de desastres ou de ordenamento territorial tenham sido feitas de forma participativa por meio de audiências públicas, elas não têm feito com que as comunidades se sintam parte dessas tomadas de decisão. A motivação central para ter desenhado esse projeto dentro da ciência cidadã foi buscar trabalhar com essas comunidades locais”, explica Allan Yu.

No período 2018-2021, o CoAdapta Litoral desenvolveu uma abordagem de ciência cidadã para integrar os conhecimentos locais e científicos sobre as situações de vulnerabilidade e opções de adaptação às mudanças climáticas. A abordagem utiliza a cartografia social e SIG participativo (Sistemas de Informação Geográfica com a participação social) e entrevistas locais com grupos de trabalho em cada comunidade (pescadores artesanais e índios mapuches) no Chile e (pescadores artesanais e quilombolas) no Brasil.

O CoAdapta Litoral é um projeto financiado pelo Conicyt-Fondecyt (2018-2021, Universidade de Los Lagos, Chile), com o apoio do Programa Queen Elizabeth Scholarhip (QES), da Universidade Iork (Canadá). Além disso, o projeto contou com o apoio da Faperj, durante o pós-doutorado realizado no PPGCI/Ibict/UFRJ.

É possível conhecer um pouco mais sobre o projeto nos seguintes canais:

* Site do projeto (disponível clicando aqui);

* Vídeo CoAdapta Litoral – Brasil (disponível no Youtube clicando aqui);

* Vídeo CoAdapta Litoral – Brasil e Chile (disponível no Youtube clicando aqui);

* Página do projeto na Wiki.

* Página Universidade Iork dedicada ao projeto (disponível clicando aqui).



Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações do CoAdapta Litoral

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No último dia 11, o pesquisador Ricardo Medeiros Pimenta participou de uma transmissão ao vivo com o tema “Humanidades digitais e(m) Ciência da Informação: experimentações possíveis para análise do vírus biológico e do vírus social”. O evento foi promovido pelo Projeto de Extensão Sala Aberta (Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia - ICI/UFBA).

Ricardo Pimenta é pesquisador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict. A apresentação de Ricardo Pimenta contou com a mediação da professora Bruna Lessa (ICI/UFBA).

Dentro do tema principal da palestra, o pesquisador e professor debateu assuntos variados, entre eles regime global da informação, mediação da informação, visibilidade da informação e fenômenos sociais, culturais, econômicos e políticos relacionados à maneira como produzimos, reproduzimos e consumimos a informação.

Sobre o palestrante: Pesquisador titular do Ibict e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI/Ibict/UFRJ), Ricardo Pimenta é doutor e mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com estágio na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS). É bolsista de produtividade do CNPq, Jovem Cientista do Nosso Estado FAPERJ e coordena o Laboratório em Rede de Humanidades Digitais (LARHUD) e o grupo de pesquisa Memória e Sociedade da Informação (MESO).

A palestra do professor Ricardo Pimenta está disponível integralmente no canal Projeto Sala Aberta no Youtube (clique abaixo para assistir).

 




Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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No dia 15 de dezembro, às 13h, será realizado um colóquio de pós-doutorado com o tema "Economia Circular - Uma análise crítica rumo à mudança de paradigma". O evento apresenta os resultados do estágio pós-doutoral da pesquisadora Rosaura Maria Nascimento de Morais, sob a supervisão de Liz-Rejane Issberner, pesquisadora titular do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e professora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict. Rosaura de Morais e Liz-Rejane Issberner serão as conferencistas do evento.

Além delas, o debate contará com a presença de especialistas em economia circular, a partir dos desafios de uma transição industrial/informacional ante à crise ambiental. Serão debatedores integrantes da mesa Tiago Braga (coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict - CGTI), Patrícia Prado (Northumbria University) e Wladimir Motta (Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, CEFET-RJ).

A transmissão será gratuita e on-line pelo canal do Ibict no Youtube (clique aqui para acessar o link direto).

Confira o currículo resumido dos participantes:

Liz-Rejane Issberner é pesquisadora titular do Ibict e professora do PPGCI/Ibict/UFRJ. Liz-Rejane Issberner é graduada em Economia pela Faculdade de Economia e Administração da UFRJ, mestre e doutora em Engenharia de Produção pela COPPE/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na área de Inovação Tecnológica e Organização Industrial. A pesquisadora realizou pós-doutorado pelo Institut de Recherche pour le Développement (IRD-Paris) no Programa Estágio Sênior no Exterior da CAPES.

Patricia Prado tem graduação em Português/Inglês e em Português/Literaturas pela UFRJ. Tem mestrado em Interdisciplinar Linguística Aplicada também pela UFRJ e é doutora em Ciência da Informação pelo PPGCI/Ibict/UFRJ. Realizou pós-doutorado no PPGCI/Ibict/UFRJ, na área de adoção de ecoinovações no Brasil. Atua na Northumbria University.

Rosaura Maria Nascimento de Morais é mestre em Ciência e Tecnologia de Polímeros pela UFRJ e Engenheira Química pela UERJ, doutora em Engenharia Metalúrgica e de Materiais pela UFRJ e pós-doutoranda do PPGCI Ibict/UFRJ. Atuou no Ministério do Meio Ambiente (2004 a 2010) no monitoramento e implementação de atividades relacionadas aos acordos multilaterais internacionais e atualmente é analista executivo em Metrologia e Qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Tiago Braga é graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Católica de Minas Gerais (PUC/MG), mestre em Educação Tecnológica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET/MG) e doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília (UnB). É pesquisador e coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática no Ibict.

Wladmir H. Motta é graduado e mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e doutor em Ciência da Informação pelo PPGCI/Ibict/UFRJ. É pós-doutorando pelo Latec/UFF e pós-doutor pelo PPGCI/Ibict/UFRJ. Atualmente, é diretor de Pesquisa e Pós-Graduação do CEFET/RJ, professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos - PPDSP/CEFET-RJ, professor adjunto no Departamento de Engenharia de Produção do CEFET-RJ e professor visitante do MBE COPPE/UFRJ em Meio Ambiente.

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Inscreva-se, curta e compartilhe: http://live.ibict.br.



Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A conferência de encerramento do II Seminário Nacional de Governança Arquivística (SNGA) contará com a presença da professora e pesquisadora Sarita Albagli, que debaterá sobre "Governança Informacional e Ciência Aberta". Sarita Albagli é membro do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict.

O debate será mediado por Francisco Pedroza, coordenador geral do evento e professor adjunto do Departamento de Documentação e Informação do Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). O evento será exibido ao vivo pela página Difusão do Conhecimento – GEPICC via Youtube, no dia 27, às 16h30.

A proposta do II Seminário Nacional de Governança Arquivística (SNGA) é articular a qualificação técnica-científica voltada às questões dos serviços, sistemas e redes de arquivos públicos e privados. Fazem parte do público-alvo do evento profissionais, gestores, pesquisadores, professores, estudantes e interessados no desenvolvimento de sistemas e redes de arquivos, bem como pessoas inseridas em instituições com o perfil voltado às questões de governança dos sistemas e redes de arquivos.

Para acompanhar o evento, clique aqui (redirecionamento para o Youtube).


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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No próximo dia 26, às 17h, a professora Liz-Rejane Issberner realizará uma palestra on-line com o tema "Sustentabilidade ambiental na Ciência da Informação". Liz-Rejane Issberner é pesquisadora titular do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e professora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict. O evento será conduzido pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A apresentação da professora estará dividida em três partes. Inicialmente, a professora realizará um panorama das questões ambientais, de modo a esclarecer a importância da temática, especialmente nos últimos anos, bem como a respeito do conceito de Antropoceno e suas implicações para as ciências sociais e humanas.

A segunda parte da palestra de Liz-Rejane Issberner discutirá os motivos de a temática não avançar conforme a urgência necessária. Em relação a isso, a professora debaterá, por exemplo, sobre os interesses corporativos, o modelo de desenvolvimento centrado no crescimento, a “economização” da natureza, a batalha da desinformação, os problemas no acesso/comunicação relacionados à informação científica, entre outros. Por fim, a terceira parte da palestra discutirá a contribuição da Ciência da Informação para a questão ambiental e os possíveis caminhos a seguir.

Confira o currículo da palestrante:

Profa. Dra. Liz-Rejane Issberner

Pós-doutorado no Institut de Recherche pour le Développement (IRD), Paris. Doutorado e mestrado em Engenharia de Produção pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na área de Inovação Tecnológica e Organização Industrial. Doutorado sanduíche na Science Policy Research Unit da University of Sussex, Reino Unido. Graduação em Economia pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisadora titular do Ibict. Professora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, convênio Ibict/UFRJ. Coordenadora-Geral de Indicadores do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações entre 2008 e 2009. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação Ibict/UFRJ, biênio 2013/2014. Pesquisadora e líder do Grupo de Pesquisa ECOINFO - Informação, Conhecimento, Inovação e Sustentabilidade Ambiental. Desenvolve estudos e pesquisas nas áreas de: inovação, ecoinovações, sustentabilidade socioambiental, questões do Antropoceno, políticas e informação em meio ambiente e participação social nas políticas socioambientais.

A palestra será exibida ao vivo pela página do Pós-Graduação em Ciência da Informação da Unesp no Youtube (clique aqui para ser redirecionado para a página).


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Realizados entre os dias 17 e 19 de novembro, o XVI Colóquio Habermas e o VII Colóquio de Filosofia da Informação reuniram pesquisadores do Brasil e de outros países para discussões relacionadas às obras do filósofo e sociólogo alemão Jürgen Habermas e os temas da Filosofia da Informação, especialmente a Filosofia Prática.

Os colóquios foram organizados pelo Grupo de Pesquisa Filosofia e Política da Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação (COEPE) do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), com o apoio da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (Ancib) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O professor Clóvis Ricardo Montenegro de Lima, coordenador da comissão organizadora dos colóquios e pesquisador do Ibict, conta que os eventos cumpriram a missão de articular pensadores da Teoria Crítica e da Filosofia da Informação. “Os colóquios foram um sucesso, mais uma vez. Foram 12 sessões, durante os 3 dias: 1 conferência, 7 mesas redondas e 4 comunicações coordenadas. Todas as apresentações foram de trabalhos inéditos. Os colóquios são importantes para a discussão de ideias, particularmente as ideias críticas e a razão prática. As sessões tiveram uma média de 40 participantes, sendo que algumas tiveram mais de 100 participantes. Estamos vivendo tempos de grandes desafios em que o pensamento crítico tem grande relevância”, explica Clóvis Montenegro.

Sobre o formato on-line, Clóvis Montenegro explica que os colóquios estavam marcados para setembro, desde fevereiro deste ano. “Quando a pandemia começou, decidimos cancelar. A experiência de outros eventos online nos mostrou que era possível fazê-lo. Os colóquios on-line foram um aprendizado. É um formato novo, que modifica a dinâmica de encontros, mas possibilita o compartilhamento e discussão de ideias”, diz o professor.

Conforme o professor, todos os trabalhos apresentados nos colóquios serão publicados em anais (clique aqui para consultar os anais dos colóquios passados).

Os vídeos das gravações dos colóquios estão disponíveis integralmente no Youtube. Clique aqui para acessar.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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